terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

História e Estórias de um lindo AMOR



É assim...

Sempre estivemos perto e ao mesmo tempo distante. Gostamos das mesmas coisas e nunca tivemos a oportunidade de curti-las juntos. Em contrapartida, a própria vida que nos manteve em mundos tão próximos encarregou-se de cruzar nossos caminhos.

A dádiva da felicidade depende do estado de espírito de querer ser, pensar e viver. Pensamos, agimos e vivemos em harmonia com nossos corações, seremos felizes como casal, marido e mulher, namorados e mais que amigos.

Me entrego em suas mãos, não como propriedade, mas em alma, pensamento e coração.

Nestas idas e vindas da vida, nos aproximados noventa e seis voos de São Paulo para Vitória, conseguimos aprender muito um com o outro. Aprendemos a lidar com um dos principais princípios da boa convivência, a paciência. Cultivamos a paciência por alguns intermináveis meses.

A simplicidade que encontramos para sorrir é algo que cativa, encanta e revive nosso relacionamento dia após dia. Aquela de acordar e se amar ou dar um simples bom dia, de dormir com os pés colados ou simplesmente ao lado. Na verdade, o que importa é sempre estar contigo.

Metaforicamente falando, no joga da vida jogaremos nossos dados e, juntos, faremos as escolhas certas e erradas. Com ajuda os obstáculos são sempre facilmente superáveis, tornando dos erros apenas grandes aprendizados e nunca grandes derrotas.

O que nos torna leves são nossas próprias atitudes, que fundam nosso relacionamento na verdade, liberdade e lealdade. Fazendo com que todos os momentos como casal sejam sempre agradáveis e, quase sempre, descontraídos.

Admiro sua dedicação ao nosso sonho, dedicação em tornar realidade a vontade incontestável de juntar as escovas, os chinelos... o que mais importa já juntamos, nossos corações.

Existe um termo árabe que define exatamente o que vivemos e o que significamos um para o outro, estamos falando da palavra ‘Maktub’. Uma verdadeira temática do romantismo quando representa o termo ‘estava escrito’ ou, até mesmo, com as definições dadas por Paulo Coelho que traz o termo ao presente ‘está escrito’. O tempo verbal para pronúncia e escrita não importa muito, para o pensamento, desejo e vida nos importa que o amor ‘esteja escrito’ para sempre... escrito em linhas de felicidade, paz, amor e lealdade.
As alianças que trocamos possuem o formato de um círculo, por esta forma circular, representam nosso amor, sem fim. Unidas simbolizam o infinito... e assim será. Viveremos este simbolismo dia após dia, faremos do nosso infinito a conquista mútua e diária, o amor próprio e conjugal, a verdade, o respeito e a cumplicidade.